20 de dezembro de 2010

A quem diz respeito

Embora merecesse, não vou te desmoralizar, muito menos ridicularizar por conta de seu gênio e atitudes grosseiras e desumanas comigo (e com muitos outros). Irei apenas expor meus sentimentos.
Primeiramente, preciso reconhecer que bem no fundo existe um bom coração em seu peito e que por mais que muitas de suas atitudes tenham transmitido o contrário, tenho plena ciência de que lidei com uma boa pessoa, mas preciso dizer que adoraria que seu lado desprezível fosse exterminado o quanto antes, não por mim obviamente, mas por você mesmo e pelas pessoas que te amam nessa vida. Acho que sabe de quem mais falo...
Não sei que legado quer deixar, derrepente não queira deixar nenhum, mas seria interessante se passasse a atentar que as pessoas ao seu redor não precisam de seu mau-humor, de sua indiferença, de sua intolerância e muito menos ficar com a autoestima lá embaixo por conta do seu grande dom de acabar com o dia de qualquer um. Também seria interessante se parasse de criticar os planos dos outros com seu desrespeito à esse direito que o ser humano também tem: O de sonhar e planejar um futuro melhor.
Falando em tal... Você sabe o que é isso? Você sabe o valor de um sonho? Você sabe o que é correr atrás de um objetivo, de um ideal e alcançá-lo (ou não) e aprender mais com isso? Ao que me parece não, pois até agora o que vi foi somente relaxamento, contradições e a mesma vidinha chata e sem rumo.
Só te vejo criticar e blá-blá-blá-blá-blá-blá-!!! Aaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiii!!! Chega!!!
Acorda! Levanta! Toma uma atitude!!! Prova algo pra VOCÊ mesmo!
Dessa vida, eu e você vamos embora, por isso pára de tornar da sua uma novela em infernizar a minha, por favor.
Enfim, algo que julgo importante... Qualquer ser humano dotado de sentimentos reage à ofensas e injustiças e mesmo com meus erros e conflitos, sou um desses seres humanos e exijo esse direito.
Mesmo desorientada, ganhei forças pra seguir sim e tenho convicção de que não quero, não posso e nem devo mais precisar de você.
(...)
Adeus, meu caro.

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